terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Análise do fim da temporada: em 1º, Mercedes-Benz.


         Desde a pré-temporada já sabíamos qual seria a equipe, o carro e os pilotos favoritos aos títulos da temporada 2014 da Fórmula 1. Diante de uma nova mudança no regulamento, a mais ampla desde 2009, novamente o pessoal de Brackley acertou a mão e saiu na frente. Mas agora se chamando Mercedes-Benz, que foi a equipe que melhor se preparou para essa nova era, investiu pesado, se reestruturou e contratou as pessoas certas.

         O W05 Hybrid mostrou um impressionante nível de confiabilidade e um desempenho bastante superior aos demais, a integração com o motor Mercedes-Benz: PU106 A Hybrid deu um banho de performance na concorrência, foi simplesmente a melhor unidade de potência dessa nova geração V6 Turbo.


          Foram 16 vitórias, 18 Pole Positions, 12 Melhores Voltas, 31 pódios, além de 11 Dobradinhas. Um domínio inconteste e cheio de recordes. Entretanto, não faltou emoção nesse campeonato devido a grande disputa pelo título entre os pilotos da Mercedes-Benz que tiveram a liberdade para duelar. Lewis Hamilton e Nico Rosberg deixaram a amizade de lado e uma rivalidade sem precedentes teve início. Nico foi melhor nos treinos classificatórios conquistando 11 Poles. Já Hamilton foi mais efetivo nas corridas, vencendo 11 vezes.



          Rosberg teve uma série de más largadas como ocorreu no GP da Bélgica. Hamilton tomou a ponta, mas já na segunda volta, na ânsia de recuperar a posição Nico acabou tocando e furando o pneu do companheiro, além de quebrar sua asa dianteira. Era uma vitória certa que foi perdida pelo time alemão. Foi o ápice da crise interna na Mercedes, após algumas acusações e reuniões a equipe prateada deu um jeito na situação ao seu modo. Nico Rosberg foi considerado culpado pelo incidente e pediu desculpas. Não sei o quê Nico escutou da direção da equipe, mas a partir dali Hamilton ganhou força, enquanto Rosberg parecia perdido.

         Ambos chegaram para última etapa em Abu Dhabi ainda brigando pelo título, mas com Lewis 17 pontos a frente de Nico. O alemão mais uma vez assinalou a pole, e mais uma vez largou mal. Hamilton assumiu a ponta e venceu garantindo o título, visto que, Rosberg ainda teve problemas durante a corrida. 



           Após as férias a equipe das flechas prateadas conseguiu aumentar sua vantagem para a Red Bull e marcou mais 308 pontos, finalizando o campeonato com 701 pontos, outro recorde conquistado pelo time em 2014. Comparando com a temporada de 2013 no qual a Mercedes-Benz havia sido vice com 360 pontos. Títulos de Pilotos e Construtores merecidos.




Fonte:
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1
http://www.totalrace.com.br/blog/juliannecerasoli/

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Análise do fim da temporada: em 2º, Red Bull Renault.


         A temporada de 2014 começou parecendo que seria uma decepção para a equipe Red Bull. Apesar de toda preocupação na pré-temporada que, aliás, foi um desastre por conta do desempenho pífio dos motores Renault. Entretanto, o time de Milton Keynes trabalhou muito ao lado dos franceses para solucionar os problemas. Já chegou melhor preparada para a primeira etapa na Austrália.

         A equipe austríaca fez um grande trabalho no RB10, mais um carro assinado por Adrian Newey que foi desenvolvido para essa temporada. O bólido mostrou-se eficiente aerodinamicamente, mas devido a menor potência das unidades de força da Renault, a equipe não pôde aproveitar todo o seu potencial. Portanto, para compensar isso o time dos energéticos optou em deixá-lo com menos carga aerodinâmica para ganhar mais velocidade nas retas.



         Isso afetou a dirigibilidade e o equilíbrio do RB10 nas curvas, deixando-o mais arrisco. Um desafio para os pilotos do time, mas foi interessante ver que Sebastian Vettel teve muito mais dificuldade em se entender e se adaptar ao carro nessa configuração, enquanto o outrora contestado Daniel Ricciardo tirou isso de letra, e surpreendeu a própria Red Bull e o mundo da Fórmula 1. Todavia, Vettel teve mais problemas mecânicos nos treinos classificatórios, o que comprometeu seus domingos. Mas quando teve um final de semana limpo, o alemão foi competitivo e fez atuações não deixam dúvidas do grande piloto que é.


          Já Ricciardo teve um desempenho impressionante, como diria um narrador brasileiro, sua adaptabilidade e habilidade foram incríveis. O australiano não cometeu nenhum erro significativo, além de ser um cara muito positivo e sempre sorridente! Daniel aproveitou as oportunidades e conquistou três grandes vitórias na sua estreia pela equipe principal da Red Bull, único piloto fora da equipe Mercedes a vencer no ano.

         Após as férias a equipe dos energéticos conseguiu manter a vantagem para a Williams e marcou mais 186 pontos, finalizando o campeonato com 405 pontos. Segundo lugar no Campeonato de Construtores. Comparando com a temporada de 2013 no qual a Red Bull havia sido a Campeão com 596 pontos. A queda não foi tão grande, conforme era previsto no início do ano.




Fonte:
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1

sábado, 27 de dezembro de 2014

Análise do fim da temporada: em 3º, Williams Mercedes-Benz.


         É inegável que a Williams foi o time que deu o maior salto de qualidade em 2014. Sim, a equipe de Sir Frank renasceu e fez um grande campeonato. Agora sob o comando de Claire Williams, foi a escuderia que mais se beneficiou com a mudança no regulamento da Fórmula 1, além de ter feito uma reestruturação geral, iniciada no ano passado. Realocaram e contrataram profissionais para todas as áreas, principalmente, Pat Symonds e Rob Smedley. Houve também a acertada escolha do fornecedor da unidade de potência, no caso a Mercedes-Benz. A excelente estrutura da sua sede em Grove também teve um papel importante para nesse processo.


         O FW - 36 foi um baita acerto, um carro muito bem projetado, veloz e que melhorou bastante durante a temporada. Tanto que virou referência para as outras equipes. Apesar da evolução, o time de Sir Frank poderia ter lutado pelo vice-campeonato com a Red Bull, mas alguns infortúnios atrapalharam. Parte desses infortúnios foi causada pela própria Williams que ainda falha nos pit stops, errou em algumas estratégias, além das tomadas de decisões equivocadas e/ou conservadoras demais. Entretanto, a equipe inglesa conseguiu superar a Ferrari sem maiores dificuldades, devido ao seu excelente pacote técnico.


         Aos pilotos Valtteri Bottas e Felipe Massa ambos conseguiram fazer um ótimo campeonato. Bottas fosse um dos destaques da temporada 2014 e o principal nome do time. O finlandês fez um grande campeonato, finalizando em um excelente quarto lugar. Já Felipe Massa acertou na mosca em fechar contrato com a Williams, e fez sua melhor temporada dos últimos anos. Felipe foi sétimo colocado, mas poderia ter terminado em uma situação melhor, caso não tivesse sido envolvido em uma série de incidentes em algumas provas.


          Após as férias a equipe marcou mais 185 pontos, sendo 66 pontos no GP de Abu Dhabi que valeu a pontuação dobrada, com um duplo pódio. Assim, a Williams deu um salto grande com relação ao ano passado, conquistou o terceiro lugar no Campeonato de Construtores, finalizando com 320 pontos. Comparado com a temporada de 2013 no qual a Williams tinha sido a nona colocada com 5 pontos. Ganhou seis posições, visto que, superou a Ferrari, McLaren, Force India, Toro Rosso, Lotus e Sauber.


Fontes:
http://www.totalrace.com.br/blog/juliannecerasoli/tag/williams/
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/       

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Análise do fim da temporada: em 4º, Ferrari.


          Aqui temos a segunda alteração de posição com relação às análises feitas nas férias da Fórmula 1. A equipe Rossa estava em terceiro lugar, mas como esperado, foi ultrapassada pela a Williams no Campeonato de Construtores. Mais uma vez a esquadra vermelha não soube aproveitar a mudança no regulamento para voltar ao topo. Para quem iniciou o ano prometendo dar de presente uma La Ferrari para o piloto do time que fosse o Campeão... Assim, essa temporada foi mais uma frustração para a Ferrari, a escuderia não venceu nenhuma corrida, algo que não acontecia desde 1993. E a temporada foi tão insatisfatória que o Grupo FCA - Fiat Chrysler Automobiles dona da marca do Cavalinho Rampante resolveu intervir, e fez mudanças profundas na Scuderia.



          Logo na pré-temporada ficou claro que os italianos não brigariam por vitórias, o carro era mediano e o motor se tornou o grande problema do F14T, com a potência abaixo da concorrência. Com um carro difícil os pilotos Fernando Alonso e Kimi Raikkonen pouco puderam fazer. Alonso ainda conquistou dois pódios e a maioria dos pontos do time, pois conseguiu se entender melhor com o carro desse ano. Já Kimi sofreu! Tendo que lidar com um bólido totalmente diferente do seu estilo, o finlandês não conseguiu se adaptar plenamente ao F14T, fazendo uma temporada sofrível.



          Sob pressão, o então presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo resolveu mexer no comando do time forçando a renúncia de Stefano Domenicali da direção geral da equipe. Luca nomeou o desconhecido Marco Mattiacci, que nunca havia trabalhado na equipe de Fórmula 1, mas era o principal nome da Ferrari na venda de carros esporte nos Estados Unidos. Mattiacci bem que tentou arrumar a casa, demitiu o contrariado Luca Marmorini que era o responsável pelos motores, e fez algumas mudanças administrativas. Mattiacci demonstrou uma nova mentalidade na gestão da equipe. O carro do time F14T passou por algumas atualizações aerodinâmicas e houve uma pequena melhora, mas não passou disso, visto que, a unidade de potência era o ponto mais fraco, e que só deve ter alguma melhora em 2015.



         Entretanto, o diretor-executivo do Grupo FCA - Fiat Chrysler Automobiles, Sergio Marchionne achou necessário fazer mais mudanças mais profundas na cúpula da Ferrari. E em setembro destituiu Luca di Montezemolo da presidência para que ele mesmo assumisse o lugar em outubro. Mesmo com um bom trabalho, essa nova mentalidade de Marco não convenceu Marchionne que também o demitiu após Abu Dhabi.


         Após as férias a equipe marcou só setenta e quatro pontos, finalizando o campeonato com 216 pontos, fechando o turbulento ano de 2014 em quarto lugar entre os Construtores. Comparado com a temporada de 2013 no qual a Ferrari havia sido a terceira colocada com 354 pontos.


Fontes:
http://www.totalrace.com.br/blog/juliannecerasoli/
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/
http://www.totalrace.com.br/blog/blogdoico/tag/ferrari/

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Atualização dos inscritos e as respectivas numerações dos pilotos da Fórmula 1 em 2015.

 
http://hunder.hu/
         A Federação Internacional de Automobilismo (FIA), atualizou a lista de inscritos para o Campeonato Mundial de Fórmula 1 – Temporada 2015. Ainda constam na lista a Caterham e a Manor, essa última na vaga da finada Marussia, entretanto, ambas não estão confirmadas, conforme a FIA. Até a Lotus também aparece na lista como “sujeita à confirmação”, mas não foi explicado o motivo.

         Quanto a numeração escolhida pelos pilotos, houve duas alterações. Max Verstappen da Toro Rosso que havia escolhido o # 38, solicitou a mudança para o # 33 que foi atendido pela FIA. A outra mudança foi solicitada por Felipe Nasr da Sauber que havia escolhido o # 40 e solicitou a mudança para o # 12, também acatado pela FIA.

         O número 1 não será usado em 2015. Lewis Hamilton resolveu manter o # 44 em sua Mercedes-Benz. Os demais pilotos mantiveram suas numerações. Ficamos no aguardo da próxima lista atualizada da FIA.

Lista Provisória atualizada abaixo:

01°. # 44 - Lewis Hamilton (ENG/Mercedes-Benz)
02°. # 6 - Nico Rosberg (GER/Mercedes-Benz)

03°. # 3 - Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull Renault)
04°. # 26 - Daniil Kvyat (RUS/Red Bull Renault)

05°. # 77 - Valtteri Bottas(FIN/Williams Mercedes-Benz)
06°. # 19 - Felipe Massa (BRA/Williams Mercedes-Benz)

07°. # 7 - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari)
08°. # 5 - Sebastian Vettel (GER/Ferrari)

09°. # 22 - Jenson Button (ENG/McLaren Honda)
10°. # 14 - Fernando Alonso (SPA/McLaren Honda)

11º. # 27 - Nicolas Hulkenberg (GER/Force India Mercedes-Benz)
12º. # 11 - Sergio Perez(MEX/Force India Mercedes-Benz)

13º. # 33 - Max Verstappen (NED/Toro Rosso Renault)
14º. # 55 - Carlos Sainz Jr. (SPA/Toro Rosso Renault)

15º. # 8 - Romain Grosjean (FRA/Lotus Mercedes-Benz) (*)
16º. # 13 - Pastor Maldonado (VEN/Lotus Mercedes-Benz) (*)

17º. # 9 - Marcus Ericsson (SWE/Sauber Ferrari)
18º. # 12 - Felipe Nasr (BRA/Sauber Ferrari)

19º. (Manor Ferrari) (*)
20º. (Manor Ferrari) (*)

21º. (Caterham Renault) (*)
22º. (Caterham Renault) (*)

(*) Sujeitas à confirmação


Fonte:

http://grandepremio.uol.com.br/f1/ultimas-noticias

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Análise do fim da temporada: em 5º, McLaren Mercedes-Benz.


         Pelo segundo ano consecutivo a McLaren finaliza a temporada sem vitórias. Mas 2014 foi ano de transição para a equipe sediada em Woking, com muitas mudanças estruturais e em seu quadro de profissionais. Ron Dennis voltou para iniciar o processo de reformulação e reestruturação da equipe de Fórmula 1. Insatisfeito, logo dispensou Martin Whitmarsh da direção do time e para o seu lugar contratou Eric Boullier que estava na Lotus.



          A equipe inglesa teve uma pré-temporada tranquila, o MP/4-29 se mostrou rápido e confiável sendo empurrado pelas novas unidades de potência da Mercedes-Benz. Assim, começaram a temporada muito bem, com um duplo pódio na Austrália, mas nas etapas seguintes, o time decepcionou, não teve o mesmo rendimento da primeira corrida, ficando estagnada com relação às outras equipes do mundial. Foram três etapas seguidas em que a McLaren ficou sem pontuar.


          Até a primeira metade da temporada das equipes que contavam com o fortíssimo motor Mercedes-Benz, a equipe inglesa era pior. Entretanto, como 2014 marcou o último ano da parceria entre McLaren e Mercedes-Benz, houve comentários no paddock que a equipe inglesa já não recebia as suas unidades de potência com as últimas atualizações dos alemães. Para a segunda metade da temporada, a equipe de Woking foi melhor e conseguiu fazer funcionar algumas atualizações em seu bólido.



         Aos pilotos houve muita pressão e cobranças, pois só um continuaria na equipe. Jenson Button e Kevin Magnussen formaram uma boa dupla. Quanto ao novato dinamarquês, uma aposta de Ron Dennis, mostrou velocidade e potencial, principalmente, nos treinos classificatórios, mas foi imprudente, extremante agressivo em algumas disputas e inconstante nas corridas. Já Jenson Button se valeu de sua experiência, e se superou em 2014. Derrotou Kevin nas classificações, algo que há tempos não é o seu forte, e foi muito bem nas corridas, sendo dele os pontos necessários para que a McLaren conseguisse superar a Force India no Mundial de Construtores. Assim, Button conseguiu reverter o jogo ao seu favor, suas ótimas atuações, colocaram em cheque o favoritismo de Kevin na equipe, visto que, o inglês foi confirmado para a nova era Honda na McLaren.



          Aconteceram alguns erros estratégicos, e pontos importantes foram perdidos, o que impediu que os ingleses chegassem na Ferrari para brigar pelo quarto lugar. Após as férias a McLaren marcou oitenta e quatro pontos, sendo 20 pontos no GP de Abu Dhabi que valeu pontuação dobrada, finalizando o campeonato com 181 pontos. Portanto, 55 pontos a mais que em 2013, mas com o mesmo quinto lugar no campeonato de construtores.




Fontes:
http://www.totalrace.com.br/blog/juliannecerasoli/
http://grandepremio.uol.com.br/

domingo, 21 de dezembro de 2014

Análise do fim da temporada: em 6º, Force India Mercedes-Benz.


          Aqui temos a primeira alteração de posição com relação às análises feitas nas férias da Fórmula 1. A Force India foi superada pela McLaren. Entretanto, a temporada de 2014 foi bastante positiva para o time indiano. Com outra mudança radical no regulamento promovida nesse ano, a equipe de Vijay Mallya comprova que tem uma ótima estrutura, e bons profissionais, conseguindo manter-se forte e regular, mesmo com um orçamento muito mais enxuto.



         Mérito do diretor técnico de Andrew Green, que mantém a continuidade dos trabalhos focados na estabilidade, gerando bons resultados. O VJM-07 carro do time nessa temporada foi rápido desde o início, mostrou ter um bom entendimento com os pneus da Pirelli. Parceira da Mercedes-Benz há alguns anos, a equipe indiana contou com um ótimo pacote em 2014, visto que, conta com a melhor unidade de potência da categoria, além da caixa de câmbio da marca alemã. O que foi determinante para ótima campanha do time nessa temporada.    



         Porém, a Force India sofre de uma deficiência que se repete a cada ano. O time que sempre começa muito bem a temporada, mas que não consegue manter o ritmo de desenvolvimento na segunda metade do campeonato. Algo que foi novamente determinante para a equipe fosse superada pela McLaren em 2014, deixando o inédito 5º lugar para uma próxima tentativa.


         A ótima dupla de pilotos ajudou bastante o time, Nicolas Hulkenberg e Sérgio Pérez, são competentes, ótimos e rápidos. Cumpriram bem as estratégias determinadas pela equipe. Hulkenberg é mais talentoso e foi muito mais consistente. O piloto alemão já tem o potencial comprovado, foi o responsável pela maior quantidade de pontos da equipe. Já Sérgio Perez ainda comete muitos erros, mas se destacou em algumas corridas como no Bahrein onde conseguiu o único pódio da Force India no ano, sendo o segundo da sua história.

         Após as férias a equipe marcou mais cinquenta e sete pontos, sendo 28 pontos no GP de Abu Dhabi que valeu pontuação dobrada, finalizando o campeonato com 155 pontos, um recorde para o time indiano. Assim, a Force India repete 2013 com o sexto lugar no campeonato de construtores, mas com o dobro de pontos conquistados. Portanto, essa foi a melhor temporada da Force India na Fórmula 1.




Fontes:
http://www.totalrace.com.br/blog/juliannecerasoli/
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Análise do fim da temporada: em 7º, Toro Rosso Renault.


         Era esperado um melhor rendimento da Toro Rosso em 2014, pois a equipe italiana sediada em Faenza teve mais atenção e investimentos da Red Bull para essa temporada.  O STR-9 foi o primeiro carro do time desenhado pelo conceituado e competente diretor técnico James Key. O bólido da Toro Rosso foi todo desenvolvido no quartel general da Red Bull em Milton Keynes, na Inglaterra. Portanto, James Key e o staff de engenheiros da Toro Rosso tiveram tudo do bom e do melhor para coordenar o projeto.


         A Toro Rosso foi uma das equipes que penaram com os problemas das unidades de potência da Renault no início da temporada. Talvez, a equipe, que mais sofreu com a falta de confiabilidade do motor francês. O carro do time chefiado pelo austríaco Franz Tost se mostrou veloz na classificação, mas as quebras nas corridas atrapalharam demais. Quanto aos pilotos Jean-Eric Vergne e Daniil Kvyat, tiveram um duelo equilibrado nos treinos classificatórios, com o russo levando uma pequena vantagem, mas nas corridas Vergne fez valer sua experiência e foi mais consistente, marcando mais pontos.      

     
         Entretanto, foi Kvyat que chamou mais a atenção e ganhou a confiança da cúpula da Red Bull, sendo promovido para equipe principal do grupo, mesmo com apenas uma temporada no currículo, após o anuncio da saída de Sebastian Vettel. Já Jean-Eric sabia desde agosto que seria dispensado, após o anuncio da contratação de Max Verstappen. Nem mesmo a repentina saída de Vettel da Red Bull, fez a cúpula mudar de ideia.


         Após as férias a equipe marcou mais treze pontos, finalizando o campeonato com 30 pontos e teve o sétimo lugar garantido entre os construtores. Comparado com a temporada de 2013 no qual a Toro Rosso tinha sido a oitava colocada com 33 pontos. Ganhou uma posição, visto que, superou a Sauber e Lotus, mas foi ultrapassada pela Williams.


Fonte:

http://f1team.leiaja.com/?s=toro+rosso

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Análise do fim da temporada: em 8º, Lotus Renault.


         A Lotus também foi uma decepção em 2014, fez a sua pior temporada desde que o Grupo Genii assumiu a equipe. Entretanto, ao contrário da Sauber, o caso da Lotus foi algo esperado até! No fim de 2013 já era sentida a fragilidade econômica do time, e diante dessa perspectiva, a equipe sediada em Enstone perdeu profissionais conceituados para as outras equipes da Fórmula 1, principalmente, os gabaritados, James Allison e Dirk de Beer, que foram para a Ferrari, além do diretor Eric Boullier que rumou para a McLaren, devido a instabilidade financeira da mesma, outra parte de seus empregados teve que ser demitida mesmo, para cortar os custos. Caso não fosse o patrocínio da PDVSA que acompanha o piloto Pastor Maldonado, a equipe provavelmente já teria fechado.



         Essas incertezas atrapalharam o desenvolvimento e o projeto do E-22, o bólido dessa temporada, que foi até ousado, mas mostrou-se um carro frágil demais e somem-se a isso as dificuldades que a unidade de potência da Renault apresentou, mais notadamente, no início do ano. Só após as férias, em meados de agosto, o grupo técnico do time liderado pelo inglês Nick Chester, descobriu um problema crônico na aerodinâmica do carro. Contudo, ficou inviável e oneroso solucioná-lo, tanto que resolveram abandoná-lo para concentrar esforços no carro de 2015.



         Após as férias a equipe só marcou mais dois pontos com Pastor Maldonado no GP dos Estados Unidos, somando com os oito pontos conquistados por Romain Grosjean na primeira metade do campeonato, o time finalizou com 10 pontos e o oitavo lugar entre os construtores. Um abismo gigantesco se for comparado com a temporada de 2013 no qual a Lotus foi a quarta colocada com 315 pontos.


Fontes:
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/
http://www.totalrace.com.br/blog/juliannecerasoli/     

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Análise do fim da temporada: em 9º, Marussia Ferrari.


         Mesmo ficando de fora das três últimas etapas do Mundial de 2014. A Marussia conseguiu manter-se a frente da Sauber no Campeonato de Construtores da Fórmula 1. Entretanto, de pouco adiantou, pois o time russo acabou fechando as portas e seus restos mortais estão sendo leiloados para conseguir pagar as suas dívidas trabalhistas e com os seus credores. Não houve comprador, nem investidor e muito menos um salvador para o time de sediado em Banbury.



        Uma pena, visto que, com um orçamento limitadíssimo a Marussia estava conseguindo evoluir, fazendo um trabalho melhor que o da Caterham, sua rival direta e mais estruturada. Contudo, o golpe mais duro para equipe foi o acidente do Jules Bianchi em Suzuka. Depois de disso, a Marussia só correu com um carro o de Max Chilton no GP da Rússia, ainda houve a tentativa dos administradores legais em levar a equipe para correr em Abu Dhabi, mas falharam!    


   
         A euforia pelos primeiros pontos em Mônaco só foram um breve alento para o time que vivia com graves problemas financeiros, e que assim, encerra sua passagem pela categoria de forma melancólica.


Fontes:
http://f1team.leiaja.com/
http://continental-circus.blogspot.com.br/search/label/Marussia

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Frases do Paddock Soltas ao Vento... 22


“Agora do lado de fora, é um pouco difícil de dizer como a Ferrari está indo, mas eles possuem pessoas talentosas, os recursos, o pessoal está motivado, então acho que, com o tempo, eles vão vencer”.

“Acredito que o que eles perderam nesses cinco anos foi um pouco de performance do carro e recursos técnicos também. Eles não estiveram em um nível maior por conta de alguns aspectos do carro, como alguns pontos em relação à aerodinâmica no começo e agora tem um pouco a ver com a unidade de força também”.

“Ainda assim, eles têm um grande orçamento e, no próximo ano, serão favoritos, porque sempre a Ferrari é favorita. Eles têm de ser. Todos na Fórmula 1 esperam por isso. E, em 2015, eles estarão muito fortes”.


Fernando Alonso, sobre a Ferrari, visto que, será piloto da McLaren Honda a partir de 2015.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Análise do fim da temporada: em 10º, Sauber Ferrari.


          A equipe Sauber fez em 2014 a sua pior temporada na Fórmula 1. Talvez, tenha sido mesmo a maior decepção do ano. A equipe suíça que foi sétima colocada no ano passado, neste ano caiu para a penúltima posição, sem marcar nenhum ponto, ficando à frente da Caterham, apenas. Foram muitos os problemas enfrentados pela Sauber nesse campeonato, o principal deles, claro, foi o fator financeiro.

          E assim como aconteceu com a Lotus, a equipe suíça também ficou desfalcada de nomes importantes do seu staff de engenheiros, o primeiro a deixar a equipe foi James Key que foi para a Toro Rosso e logo depois Matt Morris que foi acolhido pela McLaren. Assim, a Monisha Kaltenborn, sócia e diretora da Sauber, decidiu que diante das dificuldades financeiras em contratar alguém mais experiente, para suprir a vaga em aberto, optou em promover alguém da própria escuderia, sendo escolhido o francês Eric Gandelin. Algo questionável até, com pouca experiência na função, foi de Eric a coordenação do projeto do carro de 2014, o C-33, que se mostrou lento ao ponto de rivalizar com os carros da Marussia e da Caterham no início do campeonato.



          As atualizações aerodinâmicas promovidas no C-33 durante o campeonato surtiram pouco efeito no desempenho do carro, a unidade de potência V6 Turbo da Ferrari também não ajudou muito. Mas, quando as coisas até conspiravam a favor para que a equipe finalmente pontuasse, os pilotos do time Adrian Sutil e Esteban Gutierrez, não ajudaram e deixaram as oportunidades passarem. Tanto que ambos foram dispensados pelo time de Hinwill após a temporada. Quem também deixou a Sauber foi a piloto Simona de Silvestro que fazia um programa de testes na equipe suíça visando ser titular em 2015, mas o programa acabou cancelado também por problemas financeiros.



         Fica claro que a Sauber é mais uma equipe que necessita se reestruturar se quiser continuar “viva” na categoria. Parece garantida para a próxima temporada, entretanto, não se pode esperar muito!


Fonte:
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/
http://www.totalrace.com.br/blog/juliannecerasoli/

Classificação dos Campeonatos de Pilotos e de Equipes da Fórmula E - 2014/2015 – (03/10).



PILOTOS:

01°. # 11 - Lucas di Grassi (BRA/Audi Sport Abt Formula E Team). 58 Pontos
02°. # 9 - Sebastien Buemi (SWI/E. Dams Renault Formula E Team). 40
03°. # 2 - Sam Bird (ENG/Virgin Racing Formula E Team). 40
04°. # 8 - Nicolas Prost (FRA/E. Dams Renault Formula E Team). 24
05°. # 99 - Nelson Ângelo Piquet (BRA/China Racing Formula E Team). 22
06°. # 7 - Jérôme D'Ambrosio (BEL/Dragon Racing Formula E Team). 22
07°. # 27 - Franck Montagny (FRA/Andretti Formula E). 18
08°. # 5 - Karun Chandhok (IND/Mahindra Racing Formula E Team). 18
09°. # 3 - Jaime Alguersuari (SPA/Virgin Racing Formula E Team). 14
10°. # 6 - Oriol Servia (SPA/Dragon Racing Formula E Team). 14
11º. # 10 - Jarno Trulli (ITA/Trulli Formula E Team). 12
12º. # 28 - Charles Pic (FRA/Andretti Formula E). 12
13º. # 21 - Bruno Senna (BRA/Mahindra Racing Formula E Team). 8
14º. # 55 - Antônio Félix da Costa (POR/Amlin Aguri Formula E Team). 4
15º. # 66 - Daniel Abt (GER/Audi Sport Abt Formula E Team). 4
16º. # 27 - Jean-Eric Vergne (FRA/Andretti Formula E). 3
17º. # 30 - Stéphane Sarrazin (FRA/Venturi Formula E Team). 2
18º. # 55 - Takuma Sato (JPN/Amlin Aguri Formula E Team). 2
19º. # 23 - Nick Heidfeld (GER/Venturi Formula E Team). 1
20º. # 88 - Ho-Pin Tung (CHN/China Racing Formula E Team). 0
21º. # 88 - Antônio Garcia (SPA/China Racing Formula E Team). 0
22º. # 18 - Michella Cerutti (ITA/Trulli Formula E Team). 0
23º. # 28 - Matthew Brabham (USA-AUS/Andretti Formula E). 0
24º. # 77 - Katherine Legge (ENG/Amlin Aguri Formula E Team). 0
25º. # 77 - Salvador Duran (MEX/Amlin Aguri Formula E Team). 0

EQUIPES:

01º. E. Dams Renault (FRA), 64 Pontos
02º. Audi Sport Abt (GER), 62
03º. Virgin (ENG), 54
04º. Dragon (USA), 36
05º. Andretti (USA), 33
06º. Mahindra (IND), 26
07º. China (CHN), 22
08º. Trulli (SWI), 12
09º. Amlin Aguri (JPN), 6
10º. Venturi (MCO), 3


Fonte: http://www.fiaformulae.com/