quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Frases do Paddock Soltas ao Vento... 82



“Fui deposto hoje".  "Vou embora". "Isso é oficial".  
"Não dirijo mais a empresa". "Minha posição foi assumida por Chase Carey”.  
“Meus dias no escritório estão ficando um pouco mais calmos agora". 
"Ainda tenho um monte de amigos na Fórmula 1". 
"E eu ainda tenho dinheiro suficiente para poder pagar uma visita a uma corrida”.
“Minha nova posição é agora uma expressão americana". 
"Uma espécie de presidente honorário, vou assumir esse título sem saber ao certo o que significa”.

Bernie Ecclestone, agora ex-dirigente da Formula One Management (FOM), após o anúncio de sua saída do comando da Fórmula 1 na segunda-feira, dia 23/01.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Grid Quase Fechado na Fórmula 1... Parte 2

Wehrlein vai mesmo de Sauber em 2017.

Recapitulando; com a surpreendente aposentadoria de Nico Rosberg e seus desdobramentos, a Silly Season visando à temporada de 2017 teve algumas reviravoltas. Valtteri Bottas foi o escolhido da Mercedes-Benz para substituir o campeão do mundo, Rosberg. Sem seu piloto principal, a Williams trouxe de volta Felipe Massa que tinha ficado sem espaço no time com a chegada de Lance Stroll.

Pascal Wehrlein que concorreu à vaga de Rosberg, acabou mesmo alocado na Sauber e será companheiro de Marcus Ericsson. A McLaren que passa por novas mudanças administrativas efetivou Stoffel Vandoorne, que havia estreado no GP do Bahrein 2016, substituindo o lesionado Fernando Alonso. Stoffel chega para substituir Jenson Button que vai tirar 2017 para descansar e ver o que fará da vida, já Alonso entra para seu último ano de contrato com o time de Woking.

Stoffel Vandoorne, McLaren.


A Renault também mudou sua dupla, depois de muito procurar, e depois de algumas negativas de Carlos Sainz, Sergio Perez, Valtteri Bottas e outros. Conseguiu tirar Nicolas Hulkenberg da Force India. O alemão tinha contrato para essa temporada com o time indiano, mas com uma ajudinha de Toto Wolff, conseguiu a transferência para a Renault. 

Nicolas Hulkenberg com as novas cores.


Para o lugar de Nicolas na Force India, também com o dedo de Wolff, segue o francês Esteban Ocon, outro piloto protegido pela Mercedes-Benz, para formar dupla com Sérgio Perez.

Esteban Ocon.


Voltando a Renault, o clima lá não foi muito harmonioso em 2016, críticas públicas aos pilotos Kevin Magnussen e Jolyon Palmer não ajudaram a melhorar o desempenho dos carros. Com o anúncio de Hulkenberg e negativas de outros pilotos, os franceses tentaram manter Magnussen, mas o dinamarquês não gostou da forma que as negociações ocorreram e disse a palavra adeus. Sem muitas opções a Renault manteve Jolyon Palmer.

Kevin Magnussen foi rápido e fechou contrato de dois anos com a estreante Haas. Romain Grosjean que fez uma bela temporada em 2016 pelo time estadunidense foi mantido. Já Esteban Gutierrez se mandou para a Fórmula E.   

Kevin devidamente uniformizado na Haas.


Ferrari, Red Bull e Toro Rosso não alteram suas duplas que terminaram o campeonato de 2016. Em 2017, os italianos seguem com Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen. Daniel Ricciardo e Max Verstappen seguem na Red Bull. E na Toro Rosso com Carlos Sainz Júnior e Daniil Kvyat.

A única incógnita fica por conta da Manor que está novamente sob administração judicial, tentando arranjar um comprador para manter-se na Fórmula 1. A FIA já liberou o uso do carro de 2016 adaptado com as regras de 2017. 

Fonte:
http://grandepremio.uol.com.br/f1/ultimas-noticias

sábado, 21 de janeiro de 2017

Frases do Paddock Soltas ao Vento... 81



"Que ele seja abençoado, porque ele já tinha anunciado a aposentadoria, nós fizemos festa e aí você se vê obrigada a ligar para o seu ex-piloto e perguntar se ele não poderia abandonar tudo e voltar".  
"Você se sente muito mal por isso".  
"Mas eu nunca vi alguém tão ansioso e feliz, e isso foi um grande alívio para nós".

Clarie Williams, Chefe da Equipe Williams, afirmando certo desconforto ao convidar Felipe Massa para voltar.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Grid Quase Fechado em 2017 na Fórmula 1... Parte 1



Depois que Michael Schumacher voltou 3 anos depois da aposentadoria para correr na Mercedes-Benz, depois que Kimi Raikkonen voltou para a Fórmula 1 depois de 2 anos para correr na Lotus e ainda por cima voltou a correr pela Ferrari. Depois que Fernando Alonso voltou para a McLaren com Ron Dennis e tudo. Eu não duvido de mais nada na Fórmula 1.

Em 2017 seriam apenas dois pilotos aposentados, mas que no fim não deixou de ser! Felipe Massa e Jenson Button haviam anunciado que deixariam a categoria ao final da temporada de 2016. Felipe Massa expôs que deixaria a categoria por simplesmente não ter um carro competitivo. Na Williams era sabido da chegada de Lance Stroll com um belo aporte financeiro e a continuidade de Valtteri Bottas era dada como certa. Felipe resolveu se despedir.

Já Jenson Button anunciou que tiraria e precisaria de um ano de descanso e, assim, abriu vaga para Stoffel Vandoorne no time de Woking em 2017 ao lado de Alonso. Entretanto, Button segue ligado à equipe McLaren, visto que, mantém contrato com o time até 2018. Se ele volta? No momento parece que não, mas não duvido! 

Mas eis que surge Nico Rosberg, recém-coroado Campeão Mundial de Fórmula 1 em 2016 pela Mercedes-Benz. Cinco dias após a conquista do título em Abu Dhabi, Nico também resolve se aposentar, para ele já deu. O título era seu maior objetivo e foi alcançado. Portanto, Rosberg estava livre como ele mesmo definiu. Restou à cúpula da equipe Mercedes-Benz aceitar. Mas quem seria o substituto?

Bem, não faltou piloto oferecendo-se pelo melhor custo-benefício aos prateados. Todavia, os principais nomes já estavam sob contrato e a turma do Toto Wolff não quis medir forças com os outros construtores rivais, pois ninguém iria abrir mão dos seus. No fim restaram dois nomes: Pascal Wehrlein protegido da Mercedes e Valtteri Bottas da Williams. 

Contra Pascal pesou a inexperiência e o temor de uma possível rixa com Lewis Hamilton. Toto optou por alocá-lo na Sauber. Já Bottas tinha renovado seu contrato com a Williams recentemente, mas o bom relacionamento que Toto Wolff mantém com o time inglês facilitou as negociações. Toto já havia sido diretor e acionista da equipe inglesa e cuidou da carreira do piloto finlandês, assim sendo, os trâmites foram adiante. E Valtteri Bottas foi apresentado segunda-feira como novo piloto Mercedes para substituir o Campeão Rosberg. A liberação de Bottas rendeu algumas vantagens financeiras para Williams no quesito fornecimento de motores e entre outros.



Sem Bottas a Williams já tinha uma bala na agulha. Houve a opção da Mercedes-Benz que ofereceu Pascal Werhlein de 22 anos, mas a Martini não permitiu, pois, por contrato, a equipe de Grove precisa ter pelo menos um dos seus pilotos com idade acima dos 25 anos e Lance Stroll recém completou 18. Heikki Kovalainen ligou se oferecendo, a imprensa inglesa pressionou pela escolha de Paul di Resta e a imprensa brasileira torceu por Felipe Nars. Entretanto, a Williams queria um piloto experiente. 

Button até foi cogitado, mas não há confirmação que a Williams tenha entrado em contato com ele, pois ao contrário de Massa, Jenson demonstrava estar cansado daquilo tudo.




Portanto, não foi nenhuma surpresa a “volta” de Felipe Massa para a Williams sem nem sequer ter ido! Não deu tempo de sentir saudades.   

Fontes:
http://br.motorsport.com/
http://grandepremio.uol.com.br/f1

domingo, 15 de janeiro de 2017

Frases do Paddock Soltas ao Vento... 80



"Você tem que mirar alto, mas eu ficaria desapontado se não terminar acima do quarto posto no campeonato de construtores de 2017." 
"Temos uma equipe de corrida, temos pilotos que são capazes de vencer, e entre o chassi e o motor, tanto nós quanto a Honda, precisamos preencher essa lacuna no desempenho". 
   

Jonathan Neale, diretor de operações da McLaren Honda, apostando em um 2017 melhor.

Despedidas, saídas ou até breve na Fórmula 1...



Que 2017 será uma no de muitas mudanças todos já sabem, mas não só nos regulamentos técnico e esportivo. Muitas mudanças aconteceram na gestão das equipes. A McLaren que, por exemplo, demitiu o Ron Dennis. Ron praticamente comandou o time por mais de trinta anos e esteve a frete das principais conquistas do time de Woking nesse período. Os acionistas não concordavam mais com o modelo de gestão de Dennis, suas escolhas e decisões no comando da equipe McLaren. A falta de resultados em parceria com a Honda, além de não ter conseguido um patrocinador principal, desde a saída Vodafone selaram o destino Dennis na McLaren. O substituto de Ron Dennis no time inglês é Zak Brown.

Quem também não continua na McLaren é Jost Capito. O dirigente que foi chefe da equipe Volkswagen multicampeã no WRC, antes de juntar-se ao time inglês. Capito foi trazido por Ron Dennis. Todavia, como Dennis foi convidado a sair da McLaren, consequentemente, Capito também estava fora dos planos.

A Renault que voltou em 2016 com equipe própria, após a recompra da Lotus. O time francês teve um ano difícil. Somou apenas 8 pontos ficando à frente somente da Sauber e Manor. Houve troca de farpas entre seus pilotos. Houve desentendimentos entre o piloto Kevin Magnussen e os principais dirigentes da Renault. Já esse ano o chefe da equipe Frédéric Vasseur também deixou o time por falta de entendimento. Vasseur que por sinal, foi um dos principais responsáveis pela vinda de Nicolas Hulkenberg ao time.

Na Williams o diretor técnico Pat Symonds deixou o time no final do ano passado. Não ficou claro se foi opção do engenheiro ou da equipe. Pat estava na Williams desde o final de 2013 e ajudou o time de Grove ressurgir em 2014. Entretanto, Symonds teve papel importante no projeto do carro de 2017. Já havia comentários nos bastidores que Pat estava pensado em aposentar-se. 

Outro diretor técnico inglês Paddy Lowe também teve sua saída confirmada recentemente pela Equipe Mercedes-Benz. O mesmo chegou ao time alemão em meados de 2013 depois de sair da McLaren. Paddy Lowe foi um dos responsáveis pelo domínio da Mercedes-Benz na categoria com três títulos seguidos de pilotos e construtores. Porém, Lowe por uma cláusula de contrato com a Mercedes não poderá assumir um novo posto em outra equipe de imediato. Provavelmente, a partir do meio da temporada.

A Tricampeã Mercedes-Benz não se manifestou sobre um provável substituto para Paddy Lowe.

Fontes:
http://br.motorsport.com/
http://grandepremio.uol.com.br/f1

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Vídeo: E Mais Sobre os Novos Pneus da Pirelli na Fórmula 1 2017.





As Novidades na Fórmula 1 em 2017...


A Fórmula 1 parte para sua 68ª temporada, e mais uma vez temos uma grande mudança no regulamento técnico, conforme o vídeo do post anterior. Essas mudanças, como sempre, visam embaralhar e desafiar as equipes, buscando acabar com o domínio de um único construtor frente aos seus rivais. E desde a temporada de 2014 que quem dá as cartas na categoria é a Equipe Mercedes-Benz. Foram dois de títulos de Lewis Hamilton em 2014 e 2015 e no ano passado Nico Rosberg.



Entre as principais mudanças: os pneus fornecidos pela Pirelli terão um aumento de 25% na largura, portanto, serão mais duráveis e um pouco maiores. Os compostos dos pneus slicks e para o piso molhado terão as medidas de 305/670-13 na frente e 405/670-13 na traseira. Permitindo que os bólidos gerem mais aderência mecânica, aumentando a velocidade nas curvas.

Entretanto, o tamanho da roda continua aro 13.  Apesar dos testes em meados de 2014 com os aros de 18 polegadas que visualmente são muito mais atraentes e que combinaria perfeitamente com o visual dos carros de 2017, que devem ser mais agressivos e arrojados.

Aro 13 versus Aro 18.


E na aerodinâmica haverá o aumento da largura do carro como um todo, além do aumento do peso mínimo. A asa dianteira mais larga sai de 1650mm e salta para 1800mm. A largura do piso também será aumentada de 1400mm para 1.600mm. O tamanho das placas será aumentado para ajudar a melhorar o fluxo de ar na dianteira do carro. A prancha madeira foi reduzida em seu comprimento em 100mm, para acomodar as alterações efetuadas na parte da frente.

O difusor terá mais espaço e o design da asa traseira também será diferente, com as placas terminais colocadas diagonalmente para trás. A altura total também foi reduzida, mas será 200mm mais larga. Tudo para deixar os carros mais velozes!



Quanto aos complexos motores híbridos, a FIA aboliu o sistema de token que era usado para regular o desenvolvimento das unidades de potência. A partir de 2017 o desenvolvimento dos motores está liberado. Era o que clamavam Renault, Ferrari e Honda para revisarem seus projetos ou recomeçar.

Será que o domínio da Mercedes-Benz será diminuído?


Fontes:
http://www.giorgiopiola.com/
http://br.motorsport.com/
https://autovideos.com.br/
http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/